... “Destinadas a próximo desaparecimento entre as exigências crescentes da civilização e a concorrência material intensiva das correntes migratórias que começam a invadir profundamente nossa terra. O jagunço destemeroso, o tabaréu ingênuo e o caipira simplório, serão em breve tipos rele
gados às tradições evanescentes ou extintas. Primeiros efeitos de variados cruzamentos, destinavam-se talvez a formação dos princípios imediatos de uma grande raça.”.
Treco do Livro Os Sertões, Euclydes da Cunha, São Paulo 1901.
Riocenacomtemporanea 2007.
Adaptação de Zé Celso para os Sertões de Euclydes da Cunha.
Cada um dos seis dias do espetáculo de aproximadamente 6hs de duração (das 18hs as 24h00minh) choca e emociona os espectadores. A oficina apresenta uma interação impressionante com o público, trazendo meros espectadores para os holofotes do palco, a ponto de viraram estrelas principais de um espetáculo neo-anarquico interativo.
A peça se arrasta devido a sua longa duração no lírico carregado das mensagem do texto interpretado por Zé Celso, sendo a interatividade entre atores e espectadores fundamental para que o “arrastado” da dramaturgia não se transforme num bye bye coletivo entre os espectadores.
Concluo que os momentos de “PORNOCHANCHADA” da peça são o ápice desse espetáculo que visa quebrar tabus e barreiras sendo as orgias um oásis de alegria e diversão num deserto de dramaturgia arrastada e surreal. Segundo as própias palavras de Zé Celso uma "tragicomediorgia" de impor respeito.

Obs1: O beijo ao vivo do Zé Celso na xoxota da atriz que carregada por outros atores esperneia e geme é emocionante, principalmente para aqueles que reparam a boca do veio melada de baba e gozo.
Obs2: A cena do batismo também impressiona pela magnitude em que espectadores são batizados e realmente se integram no contexto da cena. Vale ressaltar que os que mais se integraram foram os homens BI, Gays ou indecisos que se entregaram de corpo e alma ou se descobriram nos beijos mil que davam no elenco da peça incluindo no Zé Celso.
gados às tradições evanescentes ou extintas. Primeiros efeitos de variados cruzamentos, destinavam-se talvez a formação dos princípios imediatos de uma grande raça.”.Treco do Livro Os Sertões, Euclydes da Cunha, São Paulo 1901.
Riocenacomtemporanea 2007.
Adaptação de Zé Celso para os Sertões de Euclydes da Cunha.
Cada um dos seis dias do espetáculo de aproximadamente 6hs de duração (das 18hs as 24h00minh) choca e emociona os espectadores. A oficina apresenta uma interação impressionante com o público, trazendo meros espectadores para os holofotes do palco, a ponto de viraram estrelas principais de um espetáculo neo-anarquico interativo.
A peça se arrasta devido a sua longa duração no lírico carregado das mensagem do texto interpretado por Zé Celso, sendo a interatividade entre atores e espectadores fundamental para que o “arrastado” da dramaturgia não se transforme num bye bye coletivo entre os espectadores.
Concluo que os momentos de “PORNOCHANCHADA” da peça são o ápice desse espetáculo que visa quebrar tabus e barreiras sendo as orgias um oásis de alegria e diversão num deserto de dramaturgia arrastada e surreal. Segundo as própias palavras de Zé Celso uma "tragicomediorgia" de impor respeito.

Obs1: O beijo ao vivo do Zé Celso na xoxota da atriz que carregada por outros atores esperneia e geme é emocionante, principalmente para aqueles que reparam a boca do veio melada de baba e gozo.
Obs2: A cena do batismo também impressiona pela magnitude em que espectadores são batizados e realmente se integram no contexto da cena. Vale ressaltar que os que mais se integraram foram os homens BI, Gays ou indecisos que se entregaram de corpo e alma ou se descobriram nos beijos mil que davam no elenco da peça incluindo no Zé Celso.
Texto By Felipe DeBretas Freitas
Um comentário:
bom demais....com a foto incluida da cor na história. principalmente para quem viu a peça!
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